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Assessoria e Consultoria Tributária e Empresarial Tel/Fax: 55 11 5594.3500
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Perguntas frequentes

Conheça as respostas para as dúvidas mais comuns sobre o setor fiscal.

Assessoria

1. O que é assessoria tributária?

O serviço de assessoria tributária é bastante amplo, inclui desde gerenciamento de arquivos até a assessoria fiscal, passando por processamento de dados, assistência ao setor fiscal e contábil, elaboração de cálculos, análises e interpretação. Por causa da vasta complexidade tributária, a Actual oferece também uma assessoria específica para tributos não cumulativos (PIS, COFINS, IPI e ICMS).

2. A quem é indicado/interessa?

Este serviço é indicado a empresas que precisam de auxílio para organizar-se na área fiscal, conhecer a realidade de seu passado, corrigir não-conformidades e prevenir autuações. A assessoria tributária é realizada de acordo com a necessidade específica do cliente. O objetivo é oferecer recursos que propiciam resultados tangíveis e melhorias sustentáveis.

Consultoria

1. O que é Consultoria?

Consultoria é um conjunto de serviços cujo objetivo principal é diagnosticar problemas inerentes à gestão tributária das empresas, sejam elas de pequeno ou grande porte. O serviço de consultoria da Actual trabalha de maneira preventiva, elucidando questões do cotidiano fiscal e reduzindo custos tributários em planejamentos e operações.

2. Qual serviço de consultoria é prestado pela Actual?

Prestamos serviços de planejamento tributário, societário e sucessório. Eles são adequados a qualquer tipo de pessoa jurídica, independente do regime tributário adotado. A Actual possui consultoria especializada em recuperação de créditos tributários e seu principal produto é chamado de Sharp Compliance. O público-alvo é formado por empresas que estejam no regime não-cumulativo dos tributos federais (PIS, COFINS, e IPI) e estaduais (ICMS).

As conclusões do Sharp Compliance da Actual são demonstradas analíticamente a partir da segregação, análise, conciliação e confrontação dos dados constantes na base do sistema contábil. Todo o sistema de apuração de tributos pode ser submetido à validação, inclusive expondo eventuais incorreções passadas e atuais, com a possibilidade de levantar créditos ainda não aproveitados. Também prepara a empresa para as exigências tributárias. Todo o trabalho é realizado seguindo as orientações da Receita Federal, por isso ações judiciais são desnecessárias.

3. Qual a diferença deste serviço em relação a outros semelhantes?

A diferença está diretamente na qualidade da coleta dos dados. Enquanto é realizada a segregação de 100% dos lançamentos contábeis, é promovida a comparação e conciliação conta a conta. Outras empresas que não possuem um sistema de análise como o da Actual realizam esta segregação por amostragem e então realizam comparações parciais.

4. Por que fazer?

A complexidade e as constantes alterações na legislação, bem como a dificuldade em adaptar os sistemas de gestão ao que a lei determina fazem com que muitas empresas deixem de aproveitar as oportunidades. Em alguns casos, podem ficar expostas a possíveis necessidades de adequações.

5. Em quais situações ou tipos de tributos este serviço se encaixa?

Em todos os tributos federais, estaduais e municipais. Ele deve ser aplicado sempre que houver dúvidas sobre o melhor procedimento envolvendo direta ou indiretamente tributos, sucessão e sócios.

6. De que forma é realizado o trabalho?

O planejamento é feito por meio de análise minuciosa do business, produtos e operações tanto no Brasil quanto no exterior. A consultoria elabora respostas técnicas e objetivas para subsidiar decisões relevantes no âmbito fiscal, com sólido fundamento na melhor técnica e legislação competente. O trabalho é realizado no próprio escritório da Actual, podendo ser solicitada visita para verificar o processo produtivo e analisar o que pode não ser aproveitado.

7. Qual a importância do planejamento tributário?

Uma vez que a legislação traz muitas informações e existe diversidade de negócios em uma mesma companhia, há a necessidade de estudo aprofundado de todos os aspectos que impactam diretamente na carga tributária. O planejamento tem como objetivo reduzir os impostos dentro da lei.

8. Qual a diferença deste serviço em relação a outros semelhantes?

O custo benefício faz a diferença. Além dos profissionais com amplo conhecimento sobre o assunto. Tudo isso aliado a um preço justo e competitivo faz da escolha pela Consultoria Actual a principal decisão para um resultado efetivo.

9. Qual a vantagem para as empresas?

Agir com insegurança ou desconhecimento das implicações fiscais é uma temeridade. É indispensável planejar e isso só é possível conhecendo a realidade fiscal e as implicações tributárias das medidas a serem tomadas.

Outsourcing

1. O que significa Outsourcing?

Outsourcing é a terceirização do setor fiscal. A Actual realiza a apuração mensal de impostos e preenche a documentação pertinente para o mercado, de forma que ele tenha o melhor aproveitamento da tributação e evite erros que possam acarretar em multas.

2. A quem é indicado este serviço?

Ele é recomendado a toda e qualquer empresa que esteja enquadrada nos Regimes de Apuração Lucro Real ou Presumido.

3. Quais são os tributos que são contemplados neste serviço?
  • Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
  • Programa de Integração Social (PIS)
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Fator Acidente Previdenciário (FAP)
  • Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS)
  • Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
  • Imposto de Importação (II)
4. Qual o melhor momento para aplicar o Outsourcing?

A aplicabilidade se dá no formato mais adequado à necessidade do mercado. Em níveis decrescentes de complexidade e abrangência, o Outsourcing Fiscal está disponível em duas modalidades:

  • Escrituração Fiscal – Análise de documentos fiscais físicos (Entradas, Saídas, Serviços Tomados, Serviços Prestados, Reduções Z dos ECF), Escrituração nos respectivos livros fiscais, elaboração de Mapa Resumo ECF, conferência dos valores escriturados, apontamentos de possíveis correções necessárias em documentos fiscais, controle da sequência de notas fiscais de saídas e lançamentos de notas fiscais de entradas.
  • Verificação Fiscal – Trata-se da apuração dos tributos com base em relatórios que são fornecidos pelo cliente. Neste trabalho, não é necessário analisar documentos físicos, conferir valores escriturados, sequenciamento de notas ou duplicidade de lançamentos e análise de resumo dos livros. É dedicada especial atenção aos Códigos Fiscais de Operação e Prestação (CFOP’s) relacionados à atividade e preenchimento das obrigações acessórias, sempre a partir das informações disponibilizadas pela empresa.
5. Qual a diferença deste serviço em relação a outros semelhantes?

A Actual utiliza todo seu know how em assessoria e consultoria tributária para subsidiar o serviço de outsourcing, oferecendo o que há de mais avançado para a segurança fiscal do mercado. Também é disponibilizada uma equipe de especialistas em tecnologia, que permite customizar variadas soluções dentro das necessidades dos clientes. O trabalho é realizado preferencialmente na estrutura Actual. Porém, também pode ser feito “in company”, conforme as necessidades das empresas.

6. Por que uma empresa deveria fazer o Outsourcing?

A apuração fiscal de tributos, preenchimento e entrega de obrigações acessórias são deveres cotidianos das empresas. Terceirizar essas atividades aliando-as à expertise de uma assessoria e consultoria tributária de credibilidade oferece segurança fiscal, além de diminuir custos e adequar o cumprimento à legislação. A Actual tem como fundamento a confiança e a ética. Contratualmente é garantido o absoluto sigilo dos documentos e informações na melhor forma da legislação.

Questões Técnicas

1. Quando da Recuperação de Crédito existe obrigatoriedade de retificação de obrigações acessórias? Quais?

Sim. Quando evidenciado o não aproveitamento de créditos em períodos anteriores deve-se retificar todas as obrigações acessórias referente ao período em questão. São elas DACON, DCTF, PERDCOMP, DIRF e eventualmente DIPJ.

2. Se uma empresa está sendo tributada pelo regime de Lucro Real e passa para Lucro presumido possuindo saldo credor de PIS e COFINS não cumulativo, ela pode fazer a compensação desses créditos? Como?

Sim, pode. Com pedido de restituição e após o pedido de compensação.

3. Qual procedimento a ser adotado com relação ao estoque de materiais quando uma empresa passa de lucro real para lucro presumido?

É preciso o levantamento do valor do estoque e apropriação dos valores do PIS e da COFINS nos 12 meses seguintes.

4. Quando a empresa pode deixar a Tributação de Lucro Presumido para optar pelo Lucro Real?

Não existem impedimentos para a opção pelo Regime de Lucro Real. Se a mudança de regime for de interesse da empresa, a opção pelo mesmo deve ser feita no início do ano fiscal.

5. As pessoas jurídicas sujeitas ao regime de incidência não cumulativa do PIS-PASEP e da COFINS podem tomar créditos nas aquisições de fornecedores optantes pelo Simples Nacional?

Sim. As pessoas jurídicas nestas condições podem descontar créditos das contribuições calculados em relação às aquisições de bens e serviços de pessoa jurídica optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional). São observadas também as vedações previstas e demais disposições da legislação aplicável.

6. Frete pela transferência de estoques de mercadorias para revenda da matriz para a filial pode gerar créditos da COFINS e da Contribuição para o PIS-PASEP?

Não. A transferência de produto entre matriz e filial não gera direito a crédito da COFINS e da contribuição para o PIS-PASEP. O direito ao crédito ocorre somente nas aquisições de mercadorias para revenda, conforme art. 3º, inciso I, da Lei nº 10.833/2003 e art. 3º, inciso I, da Lei nº 10.637/2002.

A legislação também permite o crédito do frete pago na operação de venda, pela vendedora, sobre os valores das despesas incorridas com fretes pagos ou creditados a pessoas jurídicas domiciliadas no País, nas operações de vendas efetuadas a partir de 1º.02.2004, desde que o ônus tenha sido suportado pela vendedora (Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 2/2005).

7. Os créditos de PIS-PASEP e COFINS não cumulativos vinculados às operações de exportação poderão ser ressarcidos ou compensados mediante apresentação do PER/DCOMP?

Sim. Poderão ser objeto de Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação (PER/DCOMP) os créditos da contribuição do PIS/PASEP e da COFINS não cumulativos, referentes a custos, despesas e encargos vinculados a receitas decorrentes de operações de:

a) exportação de mercadorias para o exterior;

b) prestação de serviços a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, cujo pagamento represente ingresso de divisas;

c) vendas a empresa comercial exportadora, com o fim específico de exportação. O Pedido de Ressarcimento poderá ser formalizado após o encerramento do trimestre calendário mediante utilização do PER/DCOMP.

Os referidos créditos embora não sejam passíveis de ressarcimento antes do encerramento do trimestre calendário poderão ser utilizados em procedimentos de compensação. Encerrado o período, a Declaração de Compensação deverá ser precedida de pedido de restituição (Art. 5º, §§ 1º e 2º, da Lei nº 10.637/2002; art. 6º, §§ 1º e 2º, da Lei nº 10.833/2003; e Instrução Normativa RFB nº 900/2008)

8. O aproveitamento do crédito da COFINS e da contribuição para o PIS-PASEP a razão de 1/48 sobre as aquisições de bens do Ativo Imobilizado é válida também para as edificações?

Não, pois o § 14 do art. 3º da Lei nº 10.833/2003, incluído pelo art. 21 da Lei nº 10.865/2004, limita o aproveitamento desse crédito em relação à aquisição de máquinas e equipamentos.

As depreciações sobre as edificações continuam, portanto, com o aproveitamento normal, durante o seu prazo de vida útil. Tudo isso sem redução de sua validade para os efeitos fiscais de creditamento da COFINS e da contribuição para o PIS-PASEP.

Porém, com o advento da Medida Provisória nº 351/2007, convertida na Lei 11.488/2007, o crédito sobre as edificações novas ou na construção de outras adquiridas ou construídas para utilização na produção de bens destinados à venda ou na prestação de serviços, incorporadas ao Ativo Imobilizado, incorridos a partir de 1º.01.2007, poderá ser feito no prazo de 24 meses.

9. Os créditos de PIS-PASEP e COFINS não cumulativos oriundos de operações sujeitas a suspensão, alíquota zero, não-incidência e isenção poderão ser objeto de ressarcimento ou compensação?

Sim. Poderão ser objeto de “Pedido de Ressarcimento” ou “Declaração de Compensação” os créditos de PIS-PASEP e COFINS Não Cumulativos acumulados ao final de cada trimestre-calendário, referentes a custos, despesas e encargos vinculados às vendas efetuadas com suspensão, isenção, alíquota zero ou não-incidência.

Poderá ser formalizado após o encerramento do trimestre-calendário mediante utilização do PER/DCOMP. Cada solicitação deverá:

a) referir-se a um único trimestre-calendário.

b) ser efetuado pelo saldo credor remanescente no trimestre-calendário, líquido das utilizações por dedução ou compensação. O ressarcimento do saldo credor acumulado no período de 09/08/2004 até o final do primeiro trimestre-calendário de 2005 somente poderá ser efetuado a partir de 19/05/2005.

Em relação à Declaração de Compensação, os créditos referentes a custos, despesas e encargos vinculados às vendas efetuadas com suspensão, isenção, alíquota zero ou não-incidência deverá ser precedida do pedido de ressarcimento.

Esse procedimento aplica-se também aos créditos previstos no art. 15 da Lei nº 10.865/2004. (Arts. 27 a 29 da Instrução Normativa RFB nº 900/2008 e art. 16 da Lei nº 11.116, de 18.05.2005).

10. Empresa comercial que compra mercadorias com suspensão, isenção, alíquota zero e/ou não-incidência do PIS/COFINS manterá direito a crédito na entrada dessas mercadorias?

Não. As compras efetuadas com suspensão, isenção, alíquota zero ou não-incidência da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS não geram direito a crédito dessas contribuições devidas no regime não cumulativo.

(Lei nº 10.833/2003, art. 3º, § 2º, inciso II, com a redação dada pela Lei nº 10.865/2004, art. 21; Lei nº 10.637/2002, art. 3º, § 2º, inciso II, com a redação dada pela Lei nº 10.865/2004, art. 37).

11. As pessoas jurídicas sujeitas ao regime não cumulativo da COFINS e da contribuição para o PIS-PASEP podem descontar créditos na aquisição de vale-transporte, vale-refeição, vale-alimentação e fardamento fornecidos aos empregados?

Somente as pessoas jurídicas que utilizem as atividades de prestação de serviços de limpeza, conservação e manutenção podem, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de janeiro de 2009, descontar créditos da COFINS e da contribuição para o PIS-PASEP, nas aquisições de vale-transporte, vale-refeição ou vale-alimentação e fardamento fornecidos aos empregados. (Lei nº 10.833/2003, art. 3º inciso X, com a redação dada pela Lei nº. 11.898/2009, art. 24; Lei nº 10.637/2002 , art. 3º , inciso X, com a redação dada pela Lei nº 11.898/2009 , art. 25)

12. Na legislação atual, quais pessoas jurídicas podem obter o crédito presumido de COFINS e da contribuição para o PIS-PASEP?

As empresas e cooperativas que exerçam atividade agroindustrial, na determinação do valor da COFINS e da contribuição para o PIS-PASEP, no regime de não-cumulatividade, podem descontar créditos presumidos calculados sobre o valor dos produtos agropecuários utilizados como insumos na fabricação de produtos:

I – destinados à alimentação humana ou animal, classificados na NCM:

a) nos capítulos 2 e 3, exceto os produtos vivos deste capítulo;

b) no capítulo 4;

c) nos códigos 0504.00, 0701.90.00, 0702.00.00, 0706.10.00, 07.08, 0709.90, 07.10, 07.12 a 07.14, exceto os códigos 0713.33.19, 0713.33.29 e 0713.33.99;

d) nos capítulos 8 a 12, 15 e 16;

e) nos códigos 1701.11.00, 1701.99.00, 1702.90.00, 18.01, 18.03, 1804.00.00, 1805.00.00, 20.09, 2101.11.10 e 2209.00.00;

f) no capítulo 23; e

II – classificados no código 22.04, da NCM.

Somente gera direito ao desconto de créditos presumidos os produtos agropecuários:

a) adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País com o benefício da suspensão da exigibilidade das contribuições;

b) adquiridos de pessoa física residente no País; ou

c) recebidos de cooperado, pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no País (Lei nº 10.925/2004, art. 8º; Instrução Normativa SRF nº 660/2006, arts. 5º e 7º).

13. Nos arquivos digitais do SPED Contábil os livros Diário e Razão seguirão a forma de escrituração mecanizada ou eletrônica usual (substituição por fichas, idioma, ordem cronológica ou escrituração resumida) previsto Código Civil?

Sim. Embora a escrituração seja digital, as normas de escrituração, autenticação e registro não foram alteradas. (Lei nº 10.406/2002 – Código Civil, arts. 1.180, 1.183 e 1.184)

14. Quais são as formas de requerimento de autenticação do SPED?

São dois tipos de requerimento:

a) autenticação de livro (inclusive nos casos de extravio, deterioração ou destruição); e

b) substituição de livro colocado em exigência pela Junta Comercial.

15. Quais são as formas de escrituração do Livro Diário e do Livro Razão no SPED Contábil?

Conforme orientações constantes do site da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) as formas de escrituração do Livro Diário e do Livro Razão no SPED Contábil são as seguintes:

a) Diário Geral;

b) Diário com Escrituração Resumida (vinculado a livro auxiliar);

c) Razão Auxiliar; e

d) Livro de Balancetes Diários e Balanços.

Observe-se que essas formas de escrituração digital atendem ao disposto nos artigos 1.180 e 1.183 da Lei nº 10.406/2002 (Código Civil).

16. Como é composto o SPED?

O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) é composto por três grandes subprojetos: Escrituração Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital e a NF-e Ambiente Nacional.

O SPED foi instituído pelo Decreto nº 6.022/2007 e consiste na modernização da sistemática atual do cumprimento das obrigações acessórias, transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores. Utiliza-se da certificação digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos, garantindo assim a validade jurídica apenas na sua forma digital.

17. Que ato legal definiu o leiaute para os documentos e especificações técnicas da Escrituração Fiscal Digital (EFD)?

O Ato Cotepe ICMS nº 9/2008 dispõe sobre as especificações técnicas para a geração de arquivos da Escrituração Fiscal Digital (EFD) em seu Anexo Único, trazendo o Manual de Orientação do Leiaute da EFD, que deve ser observado pelos contribuintes do ICMS e do IPI (Convênio ICMS nº 143/2006, cláusula quarta; Ato Cotepe/ICMS nº 9/2008; Ajuste Sinief nº 2/2009).

18. Como será a recepção e a validação do arquivo da Escrituração Fiscal Digital (EFD)?

A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas por meio do ambiente nacional SPED, instituído pelo Decreto nº 6.022/2007 e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, com imediata retransmissão à respectiva Unidade da Federação.

Considera-se válida a recepção, para os efeitos fiscais, após a confirmação de recebimento do arquivo da EFD (Convênio ICMS nº 143/2006, Cláusula primeira, §§ 1º e 2º; Ajuste Sinief nº 2/2009).

19. Quando foi instituído e o que vem a ser o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED)?

De acordo com a legislação federal e mediante o Decreto nº 6.022/2007 foi instituído o SPED, instrumento que unifica as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal dos empresários e das sociedades jurídicas, mediante fluxo único computadorizado de informações (Decreto federal nº 6.022/2007, art. 2º; Ajuste Sinief nº 2/2009).

20. O contribuinte que possui diversos estabelecimentos poderá apresentar arquivo consolidando todas as operações?

Não. A empresa com diversos estabelecimentos deverá entregar um arquivo da EFD por unidade contribuinte de ICMS e/ou IPI, exceto quando aprovado previamente pelo Fisco Estadual, nos casos de autorização para centralização da escrita fiscal (Convênio ICMS nº 143/2006, Cláusula quinta; Ajuste Sinief nº 2/2009).

21. Quais as implicações para empresas que utilizam sistema de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal?

Segundo a Instrução Normativa 86, expedida pela Receita Federal, essas empresas ficam obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal (SRF) os respectivos arquivos digitais e sistemas. Ficam dispensadas do cumprimento da obrigação as empresas optantes do SIMPLES.

22. Com relação aos documentos eletrônicos gerados por estas empresas, quais as precauções recomendadas? Qual o papel da Actual nesta área?

Os arquivos digitais possuem níveis de complexidade e volume significativos para serem gerados de forma rápida e segura, considerando o tempo em que a empresa precisa cumprir esta obrigação. Por esse motivo, é ideal que tais arquivos estejam prontos e validados quando intimados pela Receita Federal. Sugere-se que, ao finalizar o ano contábil e fiscal, providencie a geração do ano anterior.

A Secretaria da Receita Federal pode solicitar que os dados constantes da Instrução Normativa 86 sejam autenticados pelo Sistema Validador de Arquivos (SVA). Nesse caso, será necessário submeter os dados no Formato IN86 ou SINCO, ao processo de autenticação do SVA. A Actual pode ajudar a empresa a resolver inconsistências, verificando todos os dados de seus arquivos antes de autenticar no SVA.

23. Quais são os benefícios da validação?

A validação preventiva traz inúmeros benefícios importantes para a empresa, tais como: dimensionamento do risco fiscal, identificação de erros de processos, localização de falhas de processo na geração dos arquivos no ERP, percepção da importância de validação/ajustes de dados de origem, diminuição de prazo, do custo e do desgaste ao atender uma fiscalização.

Soluções Em TI Voltadas À Apuração E Recuperação De Impostos

1. O que são Soluções em TI voltadas à Apuração e Recuperação de Impostos?

Para realização de seus trabalhos, a Actual utiliza os melhores recursos em TI para garantir um processamento de dados de maneira rápida e precisa. Tudo isso sempre customizando as mais detalhadas e específicas soluções.

2. A quem este serviço é recomendado?

As soluções em TI da Actual estão presentes em todas as etapas dos projetos executados. Elas são aplicáveis a todos os impostos compreendidos nos serviços oferecidos pela Actual.

3. Quando ele é utilizado?

A Actual utiliza-se destas ferramentas em todos os casos para garantir integridade, agilidade e precisão dos dados. Os trabalhos são executados preferencialmente na própria Actual ou diretamente no cliente para atender demandas específicas, sempre respeitando as políticas de Segurança da Informação de cada empresa. Em todos os trabalhos, a Actual garante, sigilo, rapidez e precisão no levantamento das informações e, neste aspecto, as soluções em TI estão entre seus principais diferenciais.

4. Como este serviço é realizado?

Após avaliação prévia da área de Assessoria, é criado um perfil para a atividade do cliente no qual são realizados ajustes que atendam as necessidades como forma de linguagem, fonte de dados e todas as particularidades do business.

5. Qual a diferença deste serviço em relação a outros semelhantes?

Com uma metodologia própria, nossas ferramentas segregam criteriosamente todos os lançamentos, de maneira rápida, íntegra e precisa. Estes atributos disponibilizam para a equipe de Assessoria um material completo, claro e totalmente analítico para realizar uma apuração criteriosa e de clara interpretação.

6. Por que fazer?

Os problemas encontrados nas empresas raramente são de entendimento da Legislação ou desconhecimento de normas contábeis. As inadequações ocorrem massivamente por problemas no sistema eletrônico de apuração. Por esse motivo, a interface de TI é relevante.

7. Estas soluções podem ser usadas e são compatíveis com sistemas SAP ou Oracle?

Sim, são compatíveis com sistemas SAP, Oracle e qualquer outro tipo de ERP. A Actual utiliza soluções em TI como ferramentas internas para execução dos trabalhos, garantindo o desempenho sem exigir nenhum tipo de adaptação ou alteração nos sistemas já instalados na companhia.

8. Esta solução é oferecida pronta?

Não. Quando se fala em soluções em TI dentro da Actual, entende-se que as mais modernas ferramentas e técnicas são colocadas à disposição do cliente nos mais variados projetos. Dessa forma, não se trata de um software e sim da inteligência estratégica disponibilizada aos clientes.

9. Os softwares são customizáveis?

Sim. Todas as aplicações são customizáveis favorecendo, inclusive, alterações nas ferramentas de TI durante a execução dos trabalhos, tornando-os flexíveis, ágeis e precisos em todas as situações identificadas pela equipe de Assessoria.

10. O cliente pode contar com suporte técnico?

Sim. As aplicações são totalmente intuitivas, auto-explicativas e disponibilizadas em plataformas acessíveis a todos os equipamentos (Excel, SQL, XML e etc.) conforme a necessidade e realidade do cliente, que conta, mesmo assim, com todo o suporte técnico da área de Tecnologia.

11. Na prestação deste serviço há confidencialidade?

Sim, sempre. A Actual prima pela integridade e sigilo de todos os dados disponibilizados pelas empresas. A confidencialidade é assegurada em contrato.

12. Quais são os procedimentos de segurança?

Outro critério importante quando o assunto é TI é o reforço dos procedimentos de segurança de dados (backup, firewall, criptografia, acesso remoto controlado etc.). A Actual adota todos estes procedimentos na prestação de seus serviços.



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